Por André nº 1
Hoje tivemos Inglês pela manhã onde fizemos a correcção de alguns exercícios.
No intervalo jogámos à apanhada e quando tocou fomos para a aula de Matemática, que tivemos a dar matéria, as fracções.
No Intervalo fizemos a mesma coisa que no outro intervalo, jogar à apanhada.
Em Língua Portuguesa fizemos a correcção de uma ficha que a professora deu.
Em EVT iniciámos o estudo da geometria e traçámos paralelas e perpendiculares, com régua e esquadro.
Por JaJa
Gostei muito do dia. Entrei da manhã e fui para a aula de inglês. Fizemos exercícios sobre adjectivo e possessivo, etc.
Depois, em Matemática aprendemos fracções, que não era muito difícil.
Em Português corrigimos o TPC,...
Depois almocei e fui para a biblioteca com a Micaela e com a Inês e depois comi gomas.
Gostei muito da aula de EVT. Fizemos exercícios da geometria, etc.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
DIÁRIO DE TURMA 02/10/09
Por Sandra
De manhã entrámos para a escola às 08:10h, tivemos Educação Musical, fizemos a correcção do teste diagnóstico, depois mudámos de sala para a B13 para termos a disciplina de Inglês, depois tocou e nós fomos jogar à apanhada, os rapazes e algumas raparigas. A seguir fomos para a aula de Educação Física, onde tivemos a fazer grupos, foram 3, um para andebol outro para futebol e o último foi para corrida de velocidade, depois fomos trocando. Tocou e nós fomos embora para casa, alguns ficaram na escola porque tiveram moral e foi assim o dia de Sexta-Feira.
Por Sara
Entrámos na Escola às 8h:30m e fomos para a sala de aula ter Educação Musical.
Fizemos a correcção da ficha de diagnóstico, depois saímos e fomos para a aula de Inglês e recebemos o teste.
Deu o toque de saída para o intervalo, depois fomos ter educação física onde jogámos futebol, corremos, etc.
Observações: Na aula de educação física houve outra turma ao mesmo tempo que a nossa.
Fizemos a correcção da ficha de diagnóstico, depois saímos e fomos para a aula de Inglês e recebemos o teste.
Deu o toque de saída para o intervalo, depois fomos ter educação física onde jogámos futebol, corremos, etc.
Observações: Na aula de educação física houve outra turma ao mesmo tempo que a nossa.
Por Rodrigo
Neste dia fui para a Escola melhor, da gripe. Foi ótimo, minha primeira aula do dia foi de música, nós concluimos a correcção da ficha Avaliação Diagnóstica... Depois tive aula de inglês ela entregou meu pré-teste e revisamos alguns trabalhos: The Family =os nomes da familia Verb to be=Os verbos ser, interrogativo,afirmativo e negativo. To have got=interrogativo, afirmativo e negativo. A teacher passou t.p.c para quem não tinha terminado. E depois fui pro intervalo, peguei a senha, lanchei e joguei apanhadas. Na aula de Ed. Física, de 90 min foi do lado de fora que fizemos as atividades. Alongamos,e fomos jogar futebol com a minha equipa, perdemos de 3-4 , depois fomos pro handboll que ganhamos de 3-0, foi muito fixe. E com mais um tempo o professor trocou de novo e nós fomos pro atletismo, que não foi de equipas mais não perdi. Alongamos e fomos pro vestiário trocar de roupa.
Esperei o sinal tocar e saimos todos as 11:30 e vim com meus amigos até na minha casa...
FOI MUITO LEGAL, FOI UM BELO DIA E MUITO DIVERTIDO !!!Beijinhoss.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Proclamação da República Portuguesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Proclamação da República Portuguesa foi o resultado da Revolução de 5 de Outubro de 1910 que naquela data pôs termo à monarquia em Portugal.
Dia 5 de Outubro, a inesperada resolução
À noite o moral encontrava-se baixo entre as tropas monárquicas estacionadas no Rossio, devido ao perigo constante de serem bombardeadas pelas forças navais e nem as baterias de Couceiro, aí colocadas estrategicamente, traziam conforto. No quartel general discutia-se a melhor posição para bombardear a Rotunda. Às três da manhã Paiva Couceiro partiu com a Bateria Móvel, escoltado por um esquadrão da Guarda Municipal, e instalou-se no Jardim de Castro Guimarães, no Tourel, aguardando a madrugada. Quando as forças da Rotunda começaram a disparar sobre o Rossio, revelando a sua posição, Paiva Couceiro abriu fogo provocando baixas e semeando a confusão entre os revoltosos. O bombardeamento prosseguiu com vantagem para os monárquicos, mas às oito da manhã Paiva Couceiro recebeu ordem para cessar fogo pois iria haver um armistício de uma hora.
Entretanto no Rossio, depois de Paiva Couceiro ter saído com a Bateria, o moral das tropas monárquicas, que se julgavam desamparadas, piorou devido às ameaças de bombardeamento por parte das forças navais. Infantaria 5 e alguns elementos de Caçadores 5 garantiram que não se oporiam ao desembarque de marinheiros. Face a esta confraternização com o inimigo os comandantes destas formações dirigiram-se então ao quartel general onde foram surpreendidos pela notícia do armistício.
O novo representante alemão, chegado na antevéspera, instalara-se no Avenida Palace, lugar de residência de muitos outros estrangeiros. A proximidade do edifício da zona dos combates não o poupou a estragos. Perante este perigo o diplomata tomou a resolução de intervir. Dirigiu-se ao quartel general e pediu ao general Gorjão Henriques um cessar fogo que lhe permitisse evacuar os cidadãos estrangeiros. Sem comunicar ao governo e talvez na esperança de ganhar tempo para a chegada dos reforços da província, o general acede.
O diplomata alemão, acompanhado de um ordenança com a bandeira branca, dirige-se à Rotunda para acertar o armistício com os revoltosos. Mas eis que estes, vendo a bandeira branca, julgaram que a força opositora se rendia, pelo que saem entusiasticamente das fileiras e juntam-se ao povo, que sai das ruas laterais e se junta numa grande aglomeração gritando “vivas” à República. Na Rotunda Machado Santos a principio não aceita o armistício, mas perante os protestos do diplomata acede. De seguida e vendo o maciço apoio popular à revolta nas ruas, temerariamente dirige-se ao quartel general, acompanhado de muitos populares (aos quais se haveriam de juntar os oficiais que abandonaram as posições na Rotunda). A situação no Rossio, com a saída dos populares à rua era muito confusa, mas favorável aos republicanos dado o evidente apoio popular. Machado Santos confronta o general Gorjão Henriques com o facto consumado e convida-o a manter-se no comando da divisão mas este recusa. Machado Santos entrega assim o comando ao general António Carvalhal que sabia ser republicano. Pouco depois era proclamada a República por José Relvas, na varanda do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, após o que foi nomeado um Governo Provisório, presidido por membros do partido Republicano, com o fito de governar a Nação até que fosse aprovada uma nova Lei Fundamental.
Em Mafra, de manhã, o Rei procurava um modo de chegar ao Porto, acção muito difícil de levar a cabo por terra dada a quase inexistência de uma escolta e os inúmeros núcleos de revolucionários espalhados pelo país. Cerca do meio-dia era entregue ao presidente da câmara de Mafra a comunicação do novo governador civil, ordenando que se alvorasse a bandeira republicana. Pouco depois o comandante da escola Prática de Infantaria recebe também um telegrama do seu novo comandante informando-o da nova situação política. A posição da família Real tornava-se precária.
A solução aparece quando chega a notícia de que o iate real “Amélia” fundeara ali perto na Ericeira. Às duas da manhã o iate havia recolhido da cidadela de Cascais o tio e herdeiro do Rei, D. Afonso, e sabendo o Rei em Mafra, havia rumado à Ericeira por ser o âncoradouro mais próximo. Tendo a confirmação da proclamação da República e o perigo próximo da sua prisão, D. Manuel II decide embarcar com vista a dirigir-se ao Porto. A família real e alguns acompanhantes dirigiram-se à Ericeira de onde, por meio de dois barcos de pesca e perante os olhares curiosos dos populares embarcaram no iate real. Uma vez a bordo o rei escreveu ao primeiro-ministro: “ Meu caro Teixeira de Sousa. – Forçado pelas circunstâncias vejo-me obrigado a embarcar no yatch real “Amélia”. Sou português e sê-lo-ei sempre. Tenho a convicção de ter sempre cumprido o meu dever de Rei em todas as circunstâncias e de ter posto o meu coração e a minha vida ao serviço do meu País. Espero que ele, convicto dos meus direitos e da minha dedicação, o saberá reconhecer! Viva Portugal! Dê a esta carta a publicidade que puder. Sempre mº afectuosamente – Manuel R. – yatch real “Amélia” – 5 de Outubro de 1910.”
A Proclamação da República Portuguesa foi o resultado da Revolução de 5 de Outubro de 1910 que naquela data pôs termo à monarquia em Portugal.
Dia 5 de Outubro, a inesperada resolução
À noite o moral encontrava-se baixo entre as tropas monárquicas estacionadas no Rossio, devido ao perigo constante de serem bombardeadas pelas forças navais e nem as baterias de Couceiro, aí colocadas estrategicamente, traziam conforto. No quartel general discutia-se a melhor posição para bombardear a Rotunda. Às três da manhã Paiva Couceiro partiu com a Bateria Móvel, escoltado por um esquadrão da Guarda Municipal, e instalou-se no Jardim de Castro Guimarães, no Tourel, aguardando a madrugada. Quando as forças da Rotunda começaram a disparar sobre o Rossio, revelando a sua posição, Paiva Couceiro abriu fogo provocando baixas e semeando a confusão entre os revoltosos. O bombardeamento prosseguiu com vantagem para os monárquicos, mas às oito da manhã Paiva Couceiro recebeu ordem para cessar fogo pois iria haver um armistício de uma hora.
Entretanto no Rossio, depois de Paiva Couceiro ter saído com a Bateria, o moral das tropas monárquicas, que se julgavam desamparadas, piorou devido às ameaças de bombardeamento por parte das forças navais. Infantaria 5 e alguns elementos de Caçadores 5 garantiram que não se oporiam ao desembarque de marinheiros. Face a esta confraternização com o inimigo os comandantes destas formações dirigiram-se então ao quartel general onde foram surpreendidos pela notícia do armistício.
O novo representante alemão, chegado na antevéspera, instalara-se no Avenida Palace, lugar de residência de muitos outros estrangeiros. A proximidade do edifício da zona dos combates não o poupou a estragos. Perante este perigo o diplomata tomou a resolução de intervir. Dirigiu-se ao quartel general e pediu ao general Gorjão Henriques um cessar fogo que lhe permitisse evacuar os cidadãos estrangeiros. Sem comunicar ao governo e talvez na esperança de ganhar tempo para a chegada dos reforços da província, o general acede.
O diplomata alemão, acompanhado de um ordenança com a bandeira branca, dirige-se à Rotunda para acertar o armistício com os revoltosos. Mas eis que estes, vendo a bandeira branca, julgaram que a força opositora se rendia, pelo que saem entusiasticamente das fileiras e juntam-se ao povo, que sai das ruas laterais e se junta numa grande aglomeração gritando “vivas” à República. Na Rotunda Machado Santos a principio não aceita o armistício, mas perante os protestos do diplomata acede. De seguida e vendo o maciço apoio popular à revolta nas ruas, temerariamente dirige-se ao quartel general, acompanhado de muitos populares (aos quais se haveriam de juntar os oficiais que abandonaram as posições na Rotunda). A situação no Rossio, com a saída dos populares à rua era muito confusa, mas favorável aos republicanos dado o evidente apoio popular. Machado Santos confronta o general Gorjão Henriques com o facto consumado e convida-o a manter-se no comando da divisão mas este recusa. Machado Santos entrega assim o comando ao general António Carvalhal que sabia ser republicano. Pouco depois era proclamada a República por José Relvas, na varanda do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, após o que foi nomeado um Governo Provisório, presidido por membros do partido Republicano, com o fito de governar a Nação até que fosse aprovada uma nova Lei Fundamental.
Em Mafra, de manhã, o Rei procurava um modo de chegar ao Porto, acção muito difícil de levar a cabo por terra dada a quase inexistência de uma escolta e os inúmeros núcleos de revolucionários espalhados pelo país. Cerca do meio-dia era entregue ao presidente da câmara de Mafra a comunicação do novo governador civil, ordenando que se alvorasse a bandeira republicana. Pouco depois o comandante da escola Prática de Infantaria recebe também um telegrama do seu novo comandante informando-o da nova situação política. A posição da família Real tornava-se precária.
A solução aparece quando chega a notícia de que o iate real “Amélia” fundeara ali perto na Ericeira. Às duas da manhã o iate havia recolhido da cidadela de Cascais o tio e herdeiro do Rei, D. Afonso, e sabendo o Rei em Mafra, havia rumado à Ericeira por ser o âncoradouro mais próximo. Tendo a confirmação da proclamação da República e o perigo próximo da sua prisão, D. Manuel II decide embarcar com vista a dirigir-se ao Porto. A família real e alguns acompanhantes dirigiram-se à Ericeira de onde, por meio de dois barcos de pesca e perante os olhares curiosos dos populares embarcaram no iate real. Uma vez a bordo o rei escreveu ao primeiro-ministro: “ Meu caro Teixeira de Sousa. – Forçado pelas circunstâncias vejo-me obrigado a embarcar no yatch real “Amélia”. Sou português e sê-lo-ei sempre. Tenho a convicção de ter sempre cumprido o meu dever de Rei em todas as circunstâncias e de ter posto o meu coração e a minha vida ao serviço do meu País. Espero que ele, convicto dos meus direitos e da minha dedicação, o saberá reconhecer! Viva Portugal! Dê a esta carta a publicidade que puder. Sempre mº afectuosamente – Manuel R. – yatch real “Amélia” – 5 de Outubro de 1910.”
Depois de garantir que a carta chegaria ao seu destino o rei fez saber que queria ir para o Porto. Reuniu-se um conselho com o soberano, os oficiais e parte da comitiva. O comandante João Agnelo Velez Caldeira Castelo Branco e o imediato João Jorge Moreira de Sá opuseram-se à opinião do soberano, alegando que se o Porto não os recebesse o navio difícilmente teria combustível para chegar a outro âncoradouro. Perante a insistência de D. Manuel II o imediato argumentou que levavam a bordo toda a família real pelo que era o seu primeiro dever salvar essas vidas. O porto de destino escolhido foi Gibraltar, de onde o rei ordenou que o navio, por ser propriedade do estado português, voltasse a Lisboa. D Manuel II no entanto viveria o resto dos seus dias no exílio.
DIÁRIO DA TURMA 01/10/09
Por Rita S.
Quinta-feira, dia 01/10/2009, entrámos para a aula de Área de Projecto, às 08:10h. Estivemos a rever como fazer um trabalho escrito e a fazer o levantamento das pessoas que se destacaram nos últimos 100 anos. Depois fomos para o intervalo de 20 min.
Às 10:00h fomos para E.V.T na CS2, acabámos de fazer um desenho de criatividade, em que a professora fazia um traço e a gente acabava o desenho e quase terminámos o painel com os puzzles. Fomos para o intervalo de 15 min.
A seguir do intervalo fomos para Ciência da Natureza, onde estivemos a fazer umas perguntas e a dar matéria.
Depois da aula de Ciências da Natureza fomos para a hora do almoço, alguns foram comer a casa e os outros comeram na escola.
Passou o intervalo e fomos para Formação Cívica, só 45 min. e outros 45 min. em Estudo Acompanhado.
E foi assim o nosso dia de quinta-feira.
O Rodrigo também deveria ter realizado o Diário neste dia, mas como se encontra doente fará assim que voltar para a Escola. O 6º M deseja que melhore rapidamente.
DIÁRIO DA TURMA 30/09/09
Por Rita A.
Na quarta-feira, 30/9/2009, foi divertido porque parte da turma esteve a jogar à apanhada perto do pavilhão, durante os intervalos. As aulas correram bem e foram boas. Tivemos E.F. e foi divertido, apesar de termos tido só um tempo de aulas. Não houve aspectos que não tenha gostado, mas a nossa colega Rafaela tem faltado durante 2 dias e até agora não tem ido às aulas, por isso não sabemos ao certo o que se passa. Mas apesar disso correu tudo bem, tanto durante as aulas como durante os intervalos. Não tivemos aulas da parte da tarde. Este dia foi divertido porque não houve nada de mal que tivesse acontecido e também as aulas não foram muito difíceis.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
DIÁRIO DA TURMA 29/09/09
Por Miguel
Gostei muito do dia de hoje, principalmente na aula de EVT, onde fizemos um painel com os puzzles que tínhamos feito nas aulas anteriores, mas ainda não o acabámos, ainda falta colar mais puzzles. E também estou contente porque a turma em geral portou-se bem.
DIÁRIO DA TURMA 28/09/09
Por Micaela
Na segunda-feira, dia 28, entrei às 8h10 para matemática, onde fizemos 3 páginas de exercícios de revisão. Depois, em História, fizemos uma ficha de diagnóstico, que até não foi muito difícil. Em Educação Musical corrigimos a ficha diagnóstica.
Almocei com a Jájá e depois comi gomas. Fui à biblioteca ler uns livros.
Em L. Portuguesa acabámos de corrigir a ficha de diagnóstico e fizemos perguntas de um texto.
Na segunda-feira, dia 28, entrei às 8h10 para matemática, onde fizemos 3 páginas de exercícios de revisão. Depois, em História, fizemos uma ficha de diagnóstico, que até não foi muito difícil. Em Educação Musical corrigimos a ficha diagnóstica.
Almocei com a Jájá e depois comi gomas. Fui à biblioteca ler uns livros.
Em L. Portuguesa acabámos de corrigir a ficha de diagnóstico e fizemos perguntas de um texto.
DIÁRIO DA TURMA 24/09/09
Por Jhenifer
Hoje na aula de Área de Projecto estivemos a falar dos Portugueses que mais se destacaram nos últimos 100 anos. No intervalo eu estive com as minhas amigas a dar voltas pela escola.
Na aula de EVT fizemos a montagem de um puzzle. No 2º intervalo estive com as minhas amigas a perseguir uns rapazes que estavam a chatear-nos. E na aula de Ciências da Natureza estivemos a falar sobre o trabalho de alguns cientistas.
Nas aulas da parte da tarde, em Formação Cívica votámos naquele que seria o(a) delegado(a) de turma e, na aula de Estudo Acompanhado fizemos uma ficha de trabalho cujo tema foi: "Serei um(a) aluno(a) atento(a)?"
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